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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Funai manda equipe a área de conflito entre índios e fazendeiros na divisa de MT-PA

Representantes da Fundação Nacional do Índio (Funai) de Brasília devem seguir, ainda hoje, em avião fretado, para a zona de conflito entre índios e fazendeiros, na divisa entre Mato Grosso e Pará. O coordenador da fundação em Colíder, Sebastião Martins, disse, esta manhã, ao Só Notícias, que a intenção é ouvir os indígenas e avaliar a situação.

O coordenador afirmou que ainda é aguardada confirmação da ida de policiais federais à região de conflito para serem identificadas e presas as pessoas que atearam fogo em um veículo, usado pelos índios. Apesar disso, reforçou que "estamos monitorando. Está sendo orientado calma e paciência e muita cautela".

Os indígenas querem o início do estudo antropológico para a demarcação e inclusão das terras, limitadas entre os municípios mato-grossenses de Santa Cruz do Xingu e Vila Rica, e a divisa com São Félix do Xingu (PA), em uma reserva indígena. Também querem que estabelecimento como pousada sejam lacradas, já que, segundo Sebastião, a área é de preservação permanente, e estariam instalados irregularmente.

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(Fonte: Site Só Notícias)

89 crianças Xavante morreram em 2011

Segundo dados da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), em 2011 foram 89 mortes de crianças xavantes com idade até quatro anos. No entanto, conforme o Relatório de Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil, elaborado pelo Conselho Indigenista Missionário (CIMI), em 2010 foram 60 crianças xavantes mortas em Mato Grosso, o que revela um crescimento de 48% de óbitos.

O CIMI revela que o descaso e o abandono dos índios xavantes são enormes. Conforme revela o relatório, em 2009 e 2008 também houve, na mesma região, um grande número de mortes de crianças xavantes, mas nenhuma providência foi tomada, apesar de todos os avisos e apelos encaminhados pelos indígenas e por entidades indigenistas a autoridades competentes.

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(Fonte: jornal Folha do Estado/MT)

Aprovado na Universidade Federal de São Carlos, indígena do AC quer apoio para cursar Medicina

Um jovem indígena de 22 anos foi aprovado para cursar Medicina na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), no interior de São Paulo, mas sabe que vai enfrentar muita dificuldade para se manter com uma bolsa-auxílio da Fundação Nacional do Índio (Funai), no valor de R$ 250,00, cuja aprovação ainda está sendo analisada pela burocracia estatal.

Ornaldo Baltazar Sena Ibã, da etnia hunikuin (homem verdadeiro), também conhecida como kaxinawá, é filho do pajé e agente de saúde Francisco Sereno Sena, da aldeia Novo Segredo, em Jordão (AC), considerado um dos municípios mais isolados e pobres do país.

O jovem indígena contou com o apoio da família do “nawá” (branco) Carlos Freire, cujas filhas Fátima e Graziela compraram a passagem dele de avião, do Acre até São Paulo, para que pudesse se matricular na UFSCar.

(Fonte: Blog da Amazônia/Altino Machado)

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Ilhabela - Vistoria arqueológica na Ilha dos Búzios revela ritual funerário indígena

Sáb, 11 de Fevereiro de 2012 13:55 Redação O Noticiado Notícias de Ilhabela . . .Litoral Norte - Super achado com três sítios arqueológicos em Ilhabela traz à tona diversidade de elementos de sepultamento indígena. Diversos elementos em um grande sítio arqueológico foram encontrados nesta quarta-feira

(8/2), na Ilha dos Búzios, que integra o arquipélago de Ilhabela, durante uma vistoria. O Instituto Histórico Geográfico e Arqueológico de Ilhabela (IHGAI) mantido pela Prefeitura por meio da Secretaria de Cultura, recebeu uma informação de que o sítio arqueológico na Ilha dos Búzios era alvo de curiosos e estava sendo destruído por escavações não autorizadas. Imediatamente, a arqueóloga Cintia Bendazzoli, que coordena o Projeto de Gestão e Diagnóstico do Patrimônio Arqueológico de Ilhabela (GEDAI), se deslocou para o local indicado acompanhada de um representante da Secretaria de Meio Ambiente, da Secretaria de Turismo e também do Parque Estadual de Ilhabela.

Um morador local auxiliou a equipe a chegar ao sítio arqueológico e confirmou a presença de curiosos nos dias que antecederam a chegada da equipe. Segundo a arqueóloga, trata-se de um sítio arqueológico indígena pré-colonial localizado dentro de um abrigo sob rocha e que estava na iminência da destruição completa tendo em vista o volume de interferências nos estratos arqueológicos que foi constatado.

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(Fonte: site O noticiado)

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Enfermeira e Médica respondem na Justiça por discriminação racial e omissão de socorro

Ministério Publico Federal acatou pedido em que um médico e uma técnica de enfermagem negam atendimento a uma vitima de atropelamento. A denúncia foi aceita pela Justiça e eles são acusados de discriminação racial e omissão de socorro a uma indígena da etnia guarani-kaiowá que havia sido atropelada na BR 163, em Mundo Novo, sul de Mato Grosso do Sul. Os réus podem ser condenados a até 3 anos de prisão, além do pagamento de multa.

De acordo com o MPF/MS A indígena foi encontrada em 27 de outubro de 2009 por um Policial Rodoviário Federal que passava pelo local do atropelamento, no Km 29 da rodovia, e a levou ao município mais próximo, Mundo Novo. No Hospital Bezerra de Menezes não havia médico de plantão e eles foram encaminhados para o Hospital Evangélico.

Lá, a técnica de enfermagem de plantão, sob orientação do diretor clínico do hospital, recusou-se a atender a paciente, sob a justificativa de que somente o Hospital Bezerra de Menezes atendia indígenas, pois tinha convênio com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa). A vítima foi levada novamente ao Hospital Bezerra de Menezes e socorrida por duas funcionárias, já que não havia médico.

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(Fonte: Site CapitalNews)